Grupo ‘Apoio a Gestão Pública – Ação Climática’ prossegue articulação em rede
As ações integram a campanha Eco Matão 2026 e promovem o debate sobre soluções locais para desafios climáticos globais.
Foram realizadas visitas técnicas a Fazenda Cambuhy, aos aceiros (recentemente abertos no Pulmão Verde), além de reuniões no Conselho Municipal do Meio Ambiente (CMMA), oficinas práticas, com gestores e líderes de execução do município. Esta mobilização do ‘AGP - Ação Climática’ – conduzida pela técnica da FGV Laura Portela - é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Matão, a Citrosuco e o Instituto Votorantim, com apoio da Fundação Getúlio Vargas (FGV), por meio do Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces).
A articulação em rede tem mapeado e analisado vulnerabilidades, ameaças, riscos e impactos climáticos em Matão, bem como elaborado formas de enfrentamento, medidas de resiliência e adaptação climática. Pelo menos um profissional de cada setor da Prefeitura participa dessa força tarefa desde 2025.
Conforme avaliou o prefeito Cido Ferrari, “A preparação para as mudanças climáticas está na agenda de todo o mundo, em Matão também precisamos entender desse assunto, então estamos nos embasando em conhecimento técnico e científico, pois assim encontramos soluções eficazes para os problemas e tomamos decisões certas sobre investimentos e pontos de melhorias para Matão, em benefício dos cidadãos".
As oficinas técnicas focaram em três áreas principais: Diagnóstico de riscos climáticos; Estratégias para a elaboração de planos de adaptação; Estruturação de ações para gestão de riscos e Prevenção de desastres.
Outros resultados construídos pelo AGP – Ação Climática desde 2025
Foi elaborado um mapa climático, pela equipe da FGV conjuntamente com os Líderes de Execução da gestão pública: Carlos Faglioni (elaboração e desenvolvimento), Luciano Leite (coordenador da Defesa Civil) e Robson Moreira (Secretário de Segurança, Trânsito e Defesa Civil). Ele representa um instrumento em atualização constante e serve para orientar a implantação de políticas públicas. O mapa climático foi construído coletivamente também com os membros do Grupo de Trabalho Local, composto por atores da academia, sociedade civil, setor privado e ONGs.
Cinco ferramentas foram construídas e disponibilizadas: dados e projeções climáticas para Matão; linha do tempo dos riscos climáticos; calendário de riscos e impactos; análise de vulnerabilidade climática; e uma trilha de caminhos formativos, voltada à capacitação dos atores locais.